Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos transforma-se noutro elemento visual distinto: a linha. A linha pode adotar diversas formas e expressões.
Nas artes visuais, a linha tem, por sua própria natureza, uma enorme energia. Nunca é estática; é o elemento visual inquieto. É o meio de apresentar, em forma palpável, aquilo que ainda não existe, a não ser na imaginação.
A linha é também um instrumento nos sistemas de notação, como, por exemplo, a escrita.

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