As margens com que se usa a linha para representar um esboço rápido ou um minucioso projeto mecânico aparecem, na maior parte dos casos, em forma de justaposição de tons, ou seja, de intensidade da obscuridade ou claridade de qualquer coisa vista.
O mundo em que vivemos é dimensional, e o tom é um dos melhores instrumentos de que dispõe o visualizador para indicar e expressar essa dimensão.
Graças às variações de luz ou de tom é possível distinguir a complexidade da informação visual que nos é transmitida todos os dias. Assim, só nos é possível ver o que é escuro porque está próximo ao que é claro, da mesma forma que só vemos algo que é claro quando existe perto de algo que é escuro.

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